domingo, 19 de dezembro de 2010

Férias no Ateliê Anjico - Janeiro de 2011

De 10 a 14 de janeiro de 2011 o Ateliê Anjico estará realizando a 7ª edição das 'Férias no Ateliê'.
Dirigida às crianças de 04 a 12 anos e funcionando de segunda à sexta, das 14 às 18h, serão oferecidas diversas atividades, aproveitando a localização especial do Ateliê Anjico, próximo ao Córrego Urubu.
Nas fotos abaixo, um resumo das edições anteriores.

A cachoeira do Urubu, muito próxima do Ateliê Anjico, fez a festa das crianças na 1ª edição! (e nas edições seguintes...)
Ainda na 1ª edição, atividade de plantio de mudas, na trilha da cachoeira.

A Gabriela, que na foto acima pinta seu auto-retrato de corpo inteiro, começou a frequentar o Ateliê na 2ª edição, em janeiro de 2009, e está conosco até hoje.

Vista interna do Ateliê, na 3ª edição.

Piquenique às margens do Córrego Urubu.

A 4ª edição reuniu uma turminha da 'pesada'.

Argila recolhida no Córrego, sendo utilizada pelas crianças na 5ª edição.

O Ateliê, de varanda nova, recebeu as crianças na 5ª edição.

Na sexta edição criamos vários jogos que, na sequência, foram utilizados por todos.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Oficina da Mariana -Naturarts

Vista externa do Ateliê Anjico.

Dias 11 e 12 de dezembro o Ateliê Anjico abriu suas portas para a Oficina de Costura Artesanal em Couro - nosso 1º workshop!
Esta postagem é para compartilhar e agradecer.
Podemos começar pela Mariana - Nanarteira, que mandou muito bem como 'professora', compartilhando seus dons, talentos e saberes.
Quem quiser conhecer melhor seu trabalho:
www.naturarts.blogspot.com

A produção rolando forte! Foram dois dias de intensa atividade.

Na sequência, agradecemos as presenças de Alessandra, Camila, Carol, Lara e Michelle - esperando que tenham aproveitado bem a Oficina.
Foi um prazer recebê-las!

Na trilha da cachoeira.

E ainda deu tempo de conhecer o Ateliê da Nana e dar um mergulho na cachoeira.

Atenção na ação.

O Diogo Ferreira foi quem fez as fotos, além de ficar no apoio e cuidar da 'trilha sonora' - gracias!

A Lara veio de São Paulo para participar da Oficina (além de visitar a mãe, que mora em Brasília...)


Alessandra em movimento.

Saíram muitas peças: porta-moedas como os da foto acima, pulseiras e braceletes, brincos e colares, cintos e cartucheiras, carteiras...

... e até bainha prá facão, by Diogo e Moreno, que veio dar uma volta na chácara e também entrou na 'vibe'.

E o Loro de olho!

Fala Carol:
"foi taãaoo bom!!! voltei pra casa e senti falta de vcs!! falta das aulas, de aprender,da Fiona,da concentração inabalável de todas nós,do louro gargalhando (só poooodde ser fêmea, kkkkkkk),da paciência da Nana e do Diogo, das fotos lindas, do barulho do bambuzal, de ver as criações sendo finalizadas. Saudade do cheiro do couro e das mãos pretas de cola + sujeira (hehe), saudade da cachu que me faz tremer... saudade de vcssss!!!!! Próxima oficina pode contar comigo!! Brigada pela oportunidade Nana!!!!!!!"

Em 2011 tem mais!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Novas do Ateliê Anjico

Peça em Couro e Pedra: Naturarts Raiz Ancestral

Ano acabando, conclusão de ciclos, abrindo espaço para o novo.
Como novidade, dias 11 e 12 de dezembro teremos o 1º workshop no Ateliê Anjico. Mariana, moradora do Córrego Urubu, Nanarteira de primeira, estará ensinando aos interessados/participantes a criar e executar lindos acessórios com reaproveitamento de retalhos de couro, que aliados à pedras, penas e sementes ornamentam a vida. Conheça mais de seu trabalho acessando: www.naturarts.blogspot.com
O preço da Oficina é R$170,00, com material incluído e para mais informações, vc pode ligar para Mangala: (61)8465-8541

Quem será que vem para as Férias no Ateliê Anjico?

Em janeiro faremos novas edições das Férias no Ateliê Anjico. Serão duas semanas: 10 a 14 e 24 a 28, das 14 às 18h, para crianças de 04 a 12 anos.
Informações?: 8465-8541

Cauê, aluno fiel do Ateliê, e barquinhos de papel (origami), às margens do Córrego Urubu

E ainda em dezembro, estamos concluindo as Atividades Regulares para Crianças de 2010. Para 'fechar bonito' faremos um encontro com crianças e pais no dia 19, domingo, pela manhã.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Oficina de Arte em Couro

Há muito tempo tempo alimentamos o desejo de realizar oficinas/workshops de fim de semana no Ateliê Anjico. São muitas as idéias: oficina de mosaico, de papel reciclado, etc.
Agora chegou a hora de oferecer ao público nosso primeiro workshop:
a Oficina de Costura Artesanal em Couro, para reaproveitamento de retalhos de couro.
A Mariana, que conduzirá o trabalho faz coisas lindíssimas, e estará compartilhando conosco seu conhecimento nesta área.
Consulte o www.naturarts.blogspot.com para conhecer suas produções.
A Oficina acontecerá nos dias 11 e 12 de dezembro das 9 às 18h e será bem prático.
Cada aluno terá a oportunidade de sair com uma peça (cinto, carteira ou bracelete) pronta.
O investimento é de R$170,00 e o material já está incluído.
Para inscrições e mais informações ligue para 8465-8541 /3039-6480.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Pró-criação

É tempo de pro-criação no Ateliê Anjico. A Eva - que na foto acima pinta a barriga com pigmento de pedra de argila colorida, disponível em vários tons no Córrego Urubu - deu à luz a Sol.
E vivam os Sóis da nossa Terra!
A Eva, até quase parir, estava acompanhando como professora/brincante as aulas de quinta à tarde.

E antes mesmo da Eva, a Fiona - gata 'importada' do Vale do Capão-Chapada da Diamantina - deu à luz a quatro lindos gatinhos.

Que foram integrados às atividades do Ateliê.
Não é, Gabriela?
(os gatinhos estão precisando de pessoas que os adotem!)

Na foto acima, Maria Alice e Iandara peneiram amoras para extrair tinta (que na hora que se pinta fica roxa, depois de um tempo ganha um belo tom de cinza...), enquanto a Fiona aproveita a bica aberta para matar a sede.

Para finalizar esta postagem, um dos exemplares do 'desuniforme' do Ateliê Anjico - a partir de um stencil (molde vazado) com o nome do Ateliê, cada criança produz sua camiseta.
Esta da foto acima foi pintada pela Gabriela.

Uma dúvida:
será que vale a pena fazer uma edição da Colônia de Férias já em dezembro?

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

keep walking!

E continuam as atividades para crianças no Ateliê Anjico...
Na foto acima a Gabriela confere na revista Roteiro matéria sobre nosso trabalho (confiram o texto na postagem anterior).
A Gabriela frequenta o Ateliê às quartas pela manhã, das 8 às 12h.

O Cauê faz parte da turma de quinta-feira, que acontece das 14 às 18h.
Na foto, ele está preparando a 'armada' que será levada à cachoeira.


Ana Terra e barquinho, já na cachu.

Cauê se divertindo com o 'naufrágio'.

Maria Alice e Iandara montando uma 'cidade', aproveitando as casinhas de caixinhas de suco que fomos fazendo ao longo da existência do Ateliê.

A Eva, que me acompanha nas quintas, nas nossas prazeirosas 'aulinhas', tirou esta foto, que eu amei.

Essa foto também é da Eva que, grávida, com uma barriga imensa, não sei até quando segue comigo nesta aventura.
Fico devendo uma foto dela numa próxima postagem!

Gostou do que viu?
Temos atividades para adultos e crianças!

Entre em contato! (61) 8465-8541 - Mangala Bloch

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Na Revista Roteiro

Lúcia Leão, amiga e parceira 'das antigas', fez um texto bonito sobre o Ateliê Anjico, que foi publicado na Revista Roteiro de outubro. A Eva, amiga 'das novas', fez a foto, que acabou não saindo na revista, mas acaba de ser divulgada aqui. A Gabriela, novíssima amiga, me acompanhou na pose. Leiam, que vale a pena:

Há, no Lago Norte, um lugar sob medida para se fazer arte. Fica à beira de um córrego cristalino e bem perto de uma cachoeira mansa e prateada. A entrada, recortada numa encosta segura pelas raízes de um bambuzal lembra o buraco que engoliu Alice para o País das Maravilhas. Por ali também se mergulha num mundo mágico onde a imaginação tudo transforma. E o melhor é que o Ateliê Anjico – com “j” mesmo, um pequenino anjo - é bem real: um lugar para iniciação em técnicas de expressão visual, de aprendizado sobre a natureza e de harmonização e convivência entre pessoas e as coisas que as cercam.

Primeiro só crianças que podiam desfrutar das oficinas de arte e educação ambiental: alternar mergulhos na cachoeira com aulas de desenho de observação; coletar argila na beira do córrego e transformá-la em obras de arte; viajar das ancestrais pinturas rupestres às esculturas de lixo hi tech; colher cores e construir escalas cromáticas com flores, folhas, penas e pedras encontradas no jardim. Agora a artista plástica e educadora Mangala Bloch, idealizadora e coordenadora do Ateliê, se declara pronta para receber também adultos.

A abertura do leque de atividades é resultado da consolidação prática do Ateliê, que se deu nos últimos dois anos depois de mais de uma década de maturação do seu conceito. Mangala conta que começou a construí-lo em 1993 quando, com um grupo de amigos, se instalou numa privilegiada faixa de terra às margens do Córrego do Urubu com a determinação de melhorar a qualidade de vida e cuidar daquele veio d’água que dá seu quinhão para alimentar o Lago Paranoá. Já sustentadas no triângulo produção-apreciação-contextualização, teoria desenvolvida pela arte-educadora Ana Mae Barbosa, o foco das primeiras oficinas eram os filhos dos moradores e dos trabalhadores do local.

“Nosso idéia inicial era proporcionar a convivência das crianças nesse novo espaço que de certa forma as isolava da cidade”, conta a artista.

Mas a proposta cresceu, e Mangala cresceu com ela (ou vice-versa): licenciou-se em educação artística pela UnB e especializou-se na Escola da Natureza, que prepara professores das escolas públicas do DF para introduzir a educação ambiental como tema transversal nos currículos das escolas públicas. Equipou o Ateliê e abriu as oficinas para a comunidade em cursos regulares e colônias de férias. No ano passado o Ateliê recebeu recursos do FAC para atender gratuitamente crianças de baixa renda. Ofereceu as vagas para estudantes da Escola Classe do Varjão.

“Foi uma experiência fantástica não apenas pela oportunidade rara de aprendizado dada a essas crianças, mas principalmente porque foi um grupo selecionado dentro da escola de acordo com aptidões e interesses que já tinham sido identificados pelos professores”, conta Mangala.

Além de uma farta e surpreendente produção de desenhos, pinturas e esculturas dos mais diferentes materiais (produção), a turma de alunos financiada pelo FAC visitou exposições no CNBB e passou uma tarde no ateliê do artista Rômulo Andrade (apreciação) e desenhou mapas e construiu maquetes sobre o bairro, seus habitantes e a natureza que o cerca (contextualização).